domingo, 12 de junho de 2011

Meu, meu, meu!

E uma nota antes de começar: Você é meu ok? Eu decidi isso e não tem como mudar.

É um ponto de partida meio estranho, mas dizer que alguém é meu sem ao menos esse alguém saber, é pra enganar a cabeça, pra que ela aceite esses desvaneios que o coração nos faz ter.

Que fique claro que dizer ‘você é meu’, não é da boca pra fora, requer pensar e repensar, se desarmar para sentir sem culpas esses sonhos loucos, engraçados e até mesmo pecaminosos com outra pessoa, mesmo que ela não saiba, mesmo que você não diga diretamente (mas sabe está nas entre linhas, é só olhar melhor).

Essa possessividade, provém de um amor reprimido, um amor mal resolvido, um amorzinho, ou simplesmente um amor! Aquele frio na barriga que vem sei lá de onde, e fica toda vez que se lembra daquela pessoa.

Ter ciúmes doentios de outras pessoas que se aproximem? Vale. Imaginar ser apresentada para a família dele? Vale. Os amassos escondidos? Mas ô se vale! Consultar os astros? Sim, sim, sim! Casamento?Hum, pode vai. Banho de chuva, beijos desentupidores de pia, arrepios, sussuros, suspiros e mordidas? Sem dúvidas! Fantasias, carinho, cafuné? Yes.

Agora, isso acontece quando internamente eu digo ‘você é meu’, mas isso é bem melhor na realidade, e se esse ‘você’ quiser  ter tudo isso também, é só dizer ‘você é minha’.

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